O BRASIL E SUA MANIA DE IMITAR OS EUA

Há algum tempo os brasileiros vem pegando o hábito estadunidense de consumirem fast food.

Realmente o dia a dia, em cidades grandes, é bem corrido, um verdadeiro caos. Trânsito congestionado, trabalho longe de casa, riscos de acidentes e assalto, excesso de trabalho na empresa e muitas das pessoas moram sozinhas e não tem tempo de chegar em casa e preparar a comida.

Então resolvem comer por ali mesmo. Um pastelzinho, um hot dog ou cachorro quente, esfirra, entre outras coisas que são rapidamente devoradas, simples e baratas e estão ali mesmo, pertinho do trabalho.

Muito gostosas por sinal, não podemos negar, mas junto com essas guloseimas trazem com elas gordura em excesso, sal mais do que a gosto, açúcar demais e nem percebemos, muitas vezes estão mal armazenadas ou expostas aos insetos, lugares mal higienizados, mas enquanto estamos comendo é tudo mil maravilhas.

O problema é o que acontece depois, como o nosso organismo age contra isso, é aí que o problema de verdade aparece.

O G.A.S sacia o apetite e não a necessidade do corpo
A gordura se espalha por nosso corpo e o sobre preso aparece, entra na nossa corrente sanguínea criando placas e dificultando a circulação do sangue, se acumula no coração dificultando o processo cardíaco.

Igualmente acontece com o açúcar, que aumenta o risco de diabetes, elevando os níveis de glicose no sangue. Os deliciosos refrigerantes são os líderes em trazer esses males para nós.

Vem cá sr. sal, nem tente fugir, você também vem sendo vilão nessa história. Podendo causar hipertensão, problema nos rins, osteoporose, perda de paladar e doenças autoimunes.

Sem falar no envelhecimento que é causado pela desidratação celular provocada pelo excesso de sódio é um "tiro no pé para qualquer célula". Ela deixa o metabolismo celular mais lento, até que, eventualmente, ela morre. E isso pode gerar o envelhecimento precoce.

De acordo com pesquisas recentes, 1/5 da população brasileira, ou seja, 40 milhões de brasileiros são obesos, e 1/3 ou 66 milhões estão com sobrepeso.

Alimentos simples e gostosos, mas sem nenhum poder nutricional.

Consequência dos maus hábitos que estamos tendo, imitando nos companheiros norte-americanos. Um pouco menos do que eles nós estamos, pois 60% deles são obesos.

E na tentativa desesperada de perder esse peso indesejado, 98% do que as pessoas fazem para resolver o problema do peso trás risco para a saúde.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) tem um conceito chamado conceito do 70-50-70 que diz o seguinte:

*70% das mortes nos países desenvolvidos tem como causa: doenças cardíacas, derrame e câncer. (As estatísticas são apenas números quando não acontecem com nossos familiares. Quando acontecem não são mais números, são dores.)
*50% dessas mortes tem sua causa relacionada diretamente com a dieta.
*70% das consultas médias seriam dispensadas se as pessoas tivessem uma nutrição equilibrada.

Como todas essas estatísticas eu acho que é hora de se pensar em mudar de hábito e começar a olhar o que compramos e comemos por aí.

Nem nos supermercados podemos confiar mais, sendo que todas as suas frutas e cereais são expostos a agrotóxicos e fertilizantes que podem não ser totalmente removidos no processo de industrialização, e fazer mal a nossa saúde.

As carnes também não escapam das possíveis contaminações, por causa do excesso de hormônios que são aplicados nos animais para um maior crescimento, podendo ser aproveitado mais carne no abate.
Tudo isso para beneficiar o produtor que ganha mais arroba, lucrando mais pela venda do animal. Não levam em conta no risco que traz para a população consumista que come e não sabe a procedência da carne que põe na mesa.



De um lado e de outro nos vemos cercados por alimentos duvidosos e prejudiciais. Uma opção é morar no sítio e produzir o que vai comer, você concorda?

Brincadeiras a parte, tudo isso que analisamos acima reflete muito nas nossas crianças.

Acredito que já tenha visto na TV crianças obesas, super fofas, porém, com um auto risco de sofrer bullying, ter baixa auto estima, doenças e até mesmo risco de vida. O número de jovens que vem sofrendo infartos vem crescendo diariamente e se nada for feito, só tende a crescer.

Lembra-se da sua infância em que a menina de 12 anos era reta como uma tábua de passar roupa, e hoje as garotas de 12 anos tem mais corpo do que sua irmã. Produto dos hormônios.

Se nós não levarmos a sério essa questão nutricional agora, veremos um futuro de diabéticos extremos, casos de infartos e derrames diários ao nosso redor e uma população obesa com dificuldades diversas.

Não é apenas um assunto pra se tratar em blogues ou hospitais e centros nutricionais. É algo para se debater em casa com os familiares e propor uma mudança de hábito.

Para ajudar você a tomar a melhor decisão, me proponho a responder suas perguntas, tirar suas dúvidas e se quiser mudar a sua vida eu me dedico em ajudá-lo a mudar seus hábitos e rotinas.

Mas a mudança começa em nós primeiro.

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